Como deputada, Mariana viabilizou melhorias concretas na saúde da Capital e do interior do estado

Uma ambulância para buscar quem precisa de atendimento, um respirador em um hospital do interior, equipamentos para uma UBS ou um aparelho capaz de antecipar um diagnóstico. É nesse tipo de entrega que Mariana Carvalho (Republicanos) sustenta uma das principais bandeiras de sua candidatura ao Senado.
Segundo levantamento da campanha, durante seus oito anos como deputada federal, R$ 238.067.731,29 foram destinados à saúde de Rondônia, alcançando desde a atenção básica até hospitais, maternidades, atendimento oncológico, saúde mental e unidades de municípios do interior.
“Eu conheço o que significa uma família sair de madrugada, pegar horas de estrada e chegar a outra cidade porque não encontrou perto de casa o exame ou o especialista que precisava. Foi por isso que, como deputada, coloquei tanto recurso na saúde de Rondônia. No Senado, quero avançar e fazer o atendimento chegar mais perto, fortalecer os hospitais do interior e garantir que morar longe da capital não signifique ter menos direito à saúde. Quem já está enfrentando uma doença precisa de cuidado, não de mais sofrimento no caminho”, afirma Mariana.
O legado passa por estruturas como Hospital de Amor, Santa Marcelina, Maternidade Mãe Esperança, Cemetron e Hospital de Base, além do Barco Hospital para comunidades ribeirinhas, CAPS, ambulâncias, respiradores e dezenas de unidades básicas espalhadas pelo estado. Só em Porto Velho, o levantamento registra mais de R$ 164,8 milhões.
No interior, os recursos chegaram a hospitais e unidades de cidades como Vilhena, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Guajará-Mirim, Rolim de Moura e dezenas de outros municípios. A atenção materno-infantil também aparece como uma continuidade dessa atuação, incluindo investimentos anteriores na Maternidade Mãe Esperança.
Agora, a Agenda 100 da candidata transforma essa experiência em compromissos para o Senado. Na bandeira Saúde Mais Perto, Mariana propõe buscar recursos para ampliar exames, especialistas e cirurgias no interior, fortalecer a telessaúde, regionalizar tratamentos recorrentes e melhorar a conectividade das unidades.
O plano também inclui atenção materno-infantil, políticas para autismo e doenças raras e a defesa do chamado Custo Amazônia, para que as grandes distâncias e os custos logísticos de Rondônia sejam considerados no financiamento federal da saúde.
Assessoria.

