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Casos respiratórios disparam na UPA de Vilhena e relatório aponta alta demanda no início de 2026


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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vilhena registrou aumento expressivo nos atendimentos por síndromes respiratórias no início de 2026. Dados referentes à terça-feira (24) apontam 421 atendimentos em apenas 24 horas, número considerado elevado para o período.

Segundo o relatório da unidade, a maior parte dos atendimentos foi classificada como urgente ou emergente, conforme o Protocolo de Manchester, utilizado para definir a gravidade dos casos.

De acordo com os dados divulgados:

5 atendimentos emergentes (vermelho) – pacientes com risco imediato de morte e atendimento prioritário imediato;

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9 atendimentos muito urgentes (amarelo – até 10 minutos);

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165 atendimentos urgentes (até 60 minutos);

108 atendimentos não urgentes (azul – até 4 horas);

107 atendimentos pouco urgentes (até 120 minutos);

27 atendimentos eletivos (até 480 minutos);

20 reclassificações, quando há alteração no quadro clínico durante a espera.

Os números de casos urgentes superaram, inclusive, os atendimentos classificados como não urgentes.

De acordo com o diretor da unidade, Kallebe Dourado, o aumento de atendimentos por síndromes respiratórias costuma ocorrer após o início do período letivo, em razão do maior contato entre alunos e professores.

Conforme relatado, médicos da unidade demonstraram preocupação com o fluxo repentino de pacientes nas últimas 24 horas. Ainda segundo a direção, nunca um ano havia começado com intensidade tão elevada de casos respiratórios sazonais, como gripes, resfriados e infecções com sintomas de febre, tosse e dificuldade para respirar.

Diante do cenário, a recomendação é que a população adote medidas preventivas para reduzir o risco de complicações e evitar a sobrecarga do sistema de saúde. Entre as orientações estão:

Manter a vacinação em dia;

Higienizar as mãos com frequência;

Evitar aglomerações em ambientes fechados;

Utilizar máscara em caso de sintomas respiratórios;

Procurar atendimento médico quando houver necessidade clínica.

O Grupo Chavantes, responsável pela gestão da UPA de Vilhena, informou que acompanha o cenário e está mobilizado para atender à demanda registrada neste início de ano.

 

Folha de Vilhena

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