Sábado, 10 de janeiro de 2026 - [email protected]







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Em três anos Idaron orienta cerca de 20 mil pessoas na vigilância contra a febre aftosa


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Desde sua implementação em 2022, o Programa de Vigilância Baseada em Risco (PVBR), mantido pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), realizou mais de 15 mil vistorias em propriedades rurais da capital e do interior do estado, alcançando cerca de 20 mil pessoas. O programa promove a vigilância da febre aftosa e orienta produtores sobre medidas de biosseguridade, fatores de risco e notificação de doenças.

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, explica que o PVBR é estruturado para gerenciar e mitigar o risco de reintrodução da febre aftosa no estado, priorizando a vigilância em áreas de maior vulnerabilidade. A gestão do programa é feita de forma integrada pelas coordenações estaduais do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), do Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS) e da Epidemiologia e Vigilância Veterinária.

“A eficácia da vigilância baseada em risco depende do engajamento dos produtores, fundamentais para a detecção precoce e prevenção da febre aftosa. Nesse sentido, o PVBR busca fortalecer essa participação, incentivando a notificação imediata de suspeitas e a adoção de medidas preventivas”, afirma Peres.

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A capacitação contínua e a educação sanitária são consideradas estratégicas e fundamentais para garantir que os produtores compreendam seu papel na proteção do rebanho e na segurança sanitária do estado.

“Muitos produtores ainda têm conhecimento limitado sobre a febre aftosa, incluindo espécies suscetíveis, formas de transmissão e sinais clínicos. Isso reforça a necessidade de ações educativas constantes para promover mudanças duradouras”, destaca o coordenador técnico da Idaron, Walter Cartaxo.

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As medidas de biosseguridade promovidas em cada propriedade são fundamentais para prevenção de uma possível reintrodução da febre aftosa no estado. “No âmbito do PVBR, essas práticas são incentivadas e monitoradas em cada vistoria”, explica o auditor-fiscal Márcio Alex Petró, um dos responsáveis pelo programa.

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Para o governador  de Rondônia, Marcos Rocha, principal incentivador das ações de vigilância, aposta que a capacitação progressiva e o fortalecimento da comunicação entre o Serviço Veterinário Oficial e os produtores resultarão em mudanças comportamentais concretas. “A expectativa é ampliar a adoção de práticas de biosseguridade e sensibilizar para uma notificação precoce de doenças de alto impacto econômico como é o caso da febre aftosa. O sucesso da vigilância baseada em risco depende dessa colaboração, tornando o produtor um agente ativo na defesa sanitária e na manutenção do status livre de febre aftosa no estado”, pontuou.

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