Em meio à escassez de mão de obra no campo, produtores de café da região da Linha P-42, em Alta Floresta, passam a contar com uma recolhedora de café que vai incentivar o cultivo no município. O equipamento foi entregue à Associação Nova Esperança (Aspronove), garantindo mais produtividade com menos esforço. Participaram da entrega o prefeito Gio Damo, o secretário Lenoir e o vereador Jeremias
A entrega contou com a presença do prefeito Gio Damo, do secretário municipal de Agricultura, Lenoir Serraglio, e do vereador Jeremias, autor do pedido de quase R$ 300 mil destinados à aquisição do equipamento, que atenderá diretamente mais de 40 famílias associadas à Aspronove.
O deputado Ezequiel Neiva reforçou que tem priorizado o atendimento ao homem do campo, com a destinação de equipamentos e implementos agrícolas para facilitar o trabalho do produtor rural. “O café tem se destacado como uma das principais culturas de Rondônia. É gratificante ver de perto como os investimentos no setor produtivo geram resultados concretos, fortalecendo o trabalho no campo e impulsionando a economia local”, ressaltou.
O prefeito Gio Damo enfatizou a importância da organização dos produtores por meio de associações para o acesso a investimentos, como ocorreu com a Aspronove. “Essa organização é fundamental para que os recursos cheguem diretamente ao pequeno produtor”, afirmou.
Já o vereador Jeremias destacou que o investimento incentivará a ampliação do plantio, uma vez que o equipamento será um diferencial na colheita. “É importante salientar que quem se organiza sai na frente”, pontuou.
Ezequiel Neiva e o vereador Jeremias visitaram a plantação do presidente da Aspronove
O secretário de Agricultura, Lenoir Serraglio, reforçou que a chegada de tecnologias no campo ajuda a suprir a escassez de mão de obra. Segundo ele, essa dificuldade tem limitado o crescimento da produção.
De acordo com o presidente da Aspronove, Henrique Damião, o equipamento atenderá mais de 40 famílias. “Muitos produtores ficam receosos em ampliar suas lavouras devido à falta de mão de obra. No último ano, essas famílias produziram cerca de 6 mil sacas de café. Agora, a expectativa é ultrapassar 7 mil sacas, e na próxima colheita o crescimento será ainda maior com o apoio da recolhedora”, atentou o produtor.
Texto e fotos: Nilson Nascimento I Jornalista

